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Casando novamente e unindo
filhos de pais diferentes

Escolher recomeçar uma família é um ato de coragem, que pode render muitos momentos alegres quando é penado com cautela.

Quando um casamento não dá certo, e se resolve apostar novamente em um outro relacionamento, muitas emoções estão envolvidas, assim como muita expectativa que desta vez dê certo. A alegria de constituir uma segunda família é muito grande, entretanto, existem medos e tristezas, uma vez que o segundo casamento só acontece quando o primeiro já não deu certo.  

Os primeiros meses de um segundo casamento é marcado por muita insegurança implícita por parte do casal. Ambos geralmente se questionam se a escolha tomada foi a mais adequada, tem dúvidas de como as coisas irão funcionar, e se caso não der certo o que podem fazer. Contudo, o receio ainda é maior quando ambos tem filhos que irão viver sob o mesmo teto.

Estas dúvidas são compatíveis com pessoas que estão tentando com todas as forças pela segunda vez formar uma família e ter um lar agradável de se estar.

Quando os filhos irão residir com o casal recém casado é interessante estabelecer regras de funcionamento, mas não pressioná-los quanto a construção de uma amizade e irmandade. É preciso recordar neste momento que a segunda família foi escolha do casal, e não das crianças. As crianças são parte do “pacote”. Forçar uma convivência agradável entre as crianças pode aumentar a inimizade entre elas, especialmente se as crianças encontrarem neste caso um álibi para expressar suas angustias e mágoas quanto a desintegração da família de origem.

Nestes casos, além de terem que conviver com seus meio-irmãos,  terão que conviver com uma madrasta ou padrasto. Pois então, como fica a questão do poder de educar nessas situações? A madrasta pode mandar que sua enteada lhe obedeça? Estas questões devem ser cuidadosamente abordadas pelo casal, e posteriormente discutida com os filhos e enteados. Uma conversa  aberta pode ser a melhor alternativa para que as novas regras criadas pelos novos pais sejam efetivamente colocadas em prática. Estabelecer estas regras no começo da relação facilita futuros desentendimentos entre todos os membros da família.

É importante dar tempo para as crianças elaborarem toda a transformação ocorrida. Elas foram coadjuvantes nesta transformação toda, e portanto, não tiveram autonomia para escolher estar ali com aquelas pessoas e naquele momento. Crianças pequenas podem manifestar comportamentos regressivos como enurese noturna, fala errada, choros, birras e outros para manifestar o seu desejo por atenção ou o fato de elas não estarem conseguindo elaborar as transformações de uma forma natural.

Reconstruir uma família é um ato de coragem! Não é qualquer pessoa que escolhe recomeçar. A Consultoria de Relacionamento & Bem-estar ajuda o casal a recomeçar a vida, compreendendo mágoas e pontos dolorosos do relacionamento anterior para que ambos possam respeitar o passado do outro, e com isso conviver com familiares e ex-cônjuges com naturalidade e conseguirem fazer a relação funcionar com mais harmonia. O medo de não dar certo pode paralisar o casal, impedindo-o de tomar decisões importantes quanto a nova forma de viver.

A Consultoria também atua na orientação de como conduzir o processo de decisão da possibilidade de um segundo casamento quando filhos e questões financeiras estão envolvidas.

Por Tayana Passos
Consultora de Relacionamento & Bem-Estar

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