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A difícil tarefa dos pais: liberar seus filhos para o intercâmbio cultural

O grande desafio é conciliar o que os pais sentem
com o que os filhos adolescentes desejam. 

Ter a experiência de realizar um intercâmbio cultural é o sonho de muitos jovens hoje em dia. Eles almejam ter a oportunidade de conhecer outro país, outra cultura, falar outra língua, e aprender a ser mais independente de seus pais.

Os pais por outro lado, compreendem o desejo dos filhos, porém, apresentam uma grande insegurança quanto a permitir que eles desbravem o mundo. Muitas vezes não sabem se eles conseguirão cuidar de si mesmos e se defender dos desafios do cotidiano. Os pais imaginam as dificuldades que seus filhos podem encontrar e por isso, muitas vezes, relutam em permitir que eles vivam essa experiência.

Os jovens geralmente oscilam entre sentirem-se seguros e inseguros, mas demonstram estarem prontos para desbravar uma nova realidade. Muitas vezes não querem demonstrar seus medos, uma vez que desejam provar que estão crescidos e podem cuidar de si próprios.

O grande desafio nesta etapa é conciliar o que os pais sentem com o que os filhos desejam. Cada família possui uma forma de funcionar, ou seja, alguns pais são mais permissivos e deixam seus filhos aprenderem as lições da vida com os tombos que ela de vez em quando proporciona, e outros preferem poupar seus filhos dos tombos, tentando conduzi-los para o caminho que julgam ser o correto.

Não existe um fator determinante que indique se o jovem está pronto emocionalmente para viver longe de sua família, falar outra língua e lidar com as diferenças de outra cultura. Entretanto, existe a possibilidade de uma preparação prévia, ou seja, um período em que os medos dos pais e dos jovens podem ser compartilhados. A partir de uma conversa franca, ambos podem fazer acordos e  combinações nos quais os limites e a confiança mútua possam ser respeitados.  

A experiência de morar em outro país, em uma casa de família, estudando em uma escola totalmente diferente pode proporcionar aos jovens um grande amadurecimento. Para isso, eles vão precisar se adaptar a uma realidade diferente para serem aceitos. Durante a experiência no exterior, eles podem aprimorar qualidades fundamentais para a sua vida adulta como a habilidade de se relacionar bem, se comunicar de forma assertiva, saber ouvir, saber se adaptar, e principalmente, a humildade.

Uma vez que as famílias permitem que os seus filhos embarquem para esta grande experiência, é interessante que saibam respeitar a nova fase dos jovens. As famílias precisam estar cientes que os jovens simultaneamente vão precisar do apoio delas para superar os desafios lá fora, mas ao mesmo tempo, liberdade para se desprender dos acontecimentos cotidianos de seu país de origem, uma vez que estes podem se tornar impeditivos para eles se abrirem para as novas experiências do intercâmbio cultural.

A Consultoria de Relacionamento & Bem-estar auxilia pais e adolescentes a lidarem com a decisão e os preparativos que envolvem a ida para o intercâmbio cultural. A possibilidade de se fazer acordos e estipular regras pode deixar os pais mais seguros e os adolescentes mais cientes de suas reais responsabilidade lá fora. Assim como favorecer a relação de ambos e facilitar o processo de liberação dos filhos e da administração da falta, saudade e outras questões que podem surgir. 

Por Tayana Passos
Consultora de Relacionamento & Bem-Estar

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